Encontro com o Mestre
O papel da mãe na criação dos filhos
Edição 2154 - Publicado em 03/Novembro/2012 - Página B4
Trecho do livro Kaneko: Seu sorriso, sua felicidade no qual Kaneko Ikeda relata sua interação com os filhos na família

Pais e filhos. Momentos de descontração da família Ikeda (1967)

Certa vez, quando eu ia sair para participar de uma
reunião, o pequeno Takahiro [filho caçula] começou a chorar e não me
largava. Ele nunca tinha agido daquela maneira. Dois dias depois,
conversei com ele e fiz com que analisasse o que era certo e o que era
errado. Mesmo sendo pequeno, era um menino com personalidade e era
preciso tratá-lo como tal.
Procurei sempre agir como uma mãe e uma esposa habilidosa. Antes de meu marido voltar para casa, jantava e fazia o Gongyo com os meus filhos. Nessas horas, eu era inteiramente mãe. Conversava com eles sobre a escola e os elogiava quando mereciam. Era um ambiente harmonioso de mãe e filhos. Contudo, quando meu marido chegava em casa, assumia completamente o papel de esposa. Concentrava toda a minha atenção nele. Porém, quando conversava com ele sobre as crianças, voltava a ser mãe.
(...) Da mesma forma como na minha infância, a coisa mais importante no nosso lar era a recitação do Gongyo e do Daimoku. Quando meu marido estava em casa, fazíamos todos juntos o Gongyo em torno dele. Na sua ausência, eu liderava a recitação. Os meus filhos aprenderam a importância do Gongyo observando a atitude do pai. Contudo, procurei não prendê-los com rigidez à recitação diária, para não desgostarem da prática da fé. Por isso, meu marido costuma dizer: “A prática dos filhos é reflexo da fé da mãe”.
Procurei sempre agir como uma mãe e uma esposa habilidosa. Antes de meu marido voltar para casa, jantava e fazia o Gongyo com os meus filhos. Nessas horas, eu era inteiramente mãe. Conversava com eles sobre a escola e os elogiava quando mereciam. Era um ambiente harmonioso de mãe e filhos. Contudo, quando meu marido chegava em casa, assumia completamente o papel de esposa. Concentrava toda a minha atenção nele. Porém, quando conversava com ele sobre as crianças, voltava a ser mãe.
(...) Da mesma forma como na minha infância, a coisa mais importante no nosso lar era a recitação do Gongyo e do Daimoku. Quando meu marido estava em casa, fazíamos todos juntos o Gongyo em torno dele. Na sua ausência, eu liderava a recitação. Os meus filhos aprenderam a importância do Gongyo observando a atitude do pai. Contudo, procurei não prendê-los com rigidez à recitação diária, para não desgostarem da prática da fé. Por isso, meu marido costuma dizer: “A prática dos filhos é reflexo da fé da mãe”.
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